Rita Butler Barrett alegou ter sido estuprada por Jermaine Jackson em 1988, após ele invadir sua casa à força. O ex-integrante do Jackson 5 foi condenado após não responder à ação judicial e terá de pagar os danos e custas processuais.
A mulher disse que Jackson, hoje com 71 anos, a agrediu sexualmente de forma violenta. Ainda segundo a queixa, apresentada em dezembro de 2023, ele apareceu sem ser convidado em sua casa e forçou a entrada. Ela afirmou que ele foi embora depois de “se satisfazer”.
Durante o ataque, a autora, uma mulher de fé, rezou a Deus por ajuda. [Ela] temeu por sua vida Trecho da ação
Rita conhecia Jermaine por meio de seu marido, Ben Barrett, que trabalhava com Berry Gordy, fundador da gravadora Motown Records. Ainda segundo a queixa, ela alegou que Gordy tinha uma “relação comercial e/ou de gerenciamento” com Jackson na época do suposto crime.
Ela alegou que houve o caso foi acobertado com o objetivo de “lucro e preservação da reputação”. Barrett afirmou que relatou o suposto estupro a Gordy no dia seguinte e acusou ele e outros no meio musical de terem ocultado o caso para proteger a imagem de Jermaine Jackson e preservar os lucros ligados à sua carreira.
A queixa afirma que Barrett “sofreu graves danos emocionais, físicos e psicológicos”. Ela ainda apontou “humilhação, vergonha, culpa, perda econômica, redução da capacidade econômica e angústia emocional permanente” após a suposta agressão.
A notícia surge poucas semanas depois de Jermaine Jackson aparecer ao lado de seu filho, Jaafar Jackson, na pré-estreia em Los Angeles do filme Michael.
Na cinebiografia do astro, Jaafar interpreta o falecido cantor Michael Jackson.
Jermaine Jackson é o quarto filho e terceiro irmão mais velho de Michael Jackson. Cantor, baixista e compositor, ele integrou a formação original do Jackson 5 e também seguiu carreira solo de sucesso na música pop e R&B.