Marrocos, Paraguai, Egito e Tchéquia: as quatro seleções tiveram o mesmo problema durante a primeira semana, camisas rasgadas durante as partidas.
A primeira ocorrência foi na vitória da Coreia do Sul contra a Tchéquia, quanto os times ainda empatavam em 0 a 0. Os asiáticos venceram por 2 a 1, em Guadalajara.
No dia seguinte, foi a vez de Gustavo Gómez, do Paraguai. A seleção foi goleada por 4 a 1, mas a camisa do zagueiro rasgou ainda no início do primeiro tempo, aos oito minutos, quando os norte-americanos venciam por 1 a 0.
No empate por 1 a 1 entre Bélgica e Egito, na última segunda (15), foi Mostafa Zico que precisou se trocar. Os africanos abriram o placar aos 19 minutos do primeiro tempo, e Lukaku fez o gol de empate.
No jogo de Gana, Caleb Yirenkyi marcou nos acréscimos contra o Panamá e teve sua camisa rasgada na comemoração.
O último episódio aconteceu nesta sexta-feira (19), na vitória de Marrocos por 1 a 0 sobre a Escócia, pelo Grupo C, mesmo do Brasil. El Aynaoui teve a camisa rasgada aos 51. A Escócia até pediu pênalti, mas a arbitragem não classificou o contato como faltoso.
Coincidentemente, todas as camisas rasgadas são fornecidas pela mesma empresa, a Puma. Além de das cinco seleções, a empresa alemã trabalha com Portugal, Senegal, Costa do Marfim, Suíça, Nova Zelândia, Áustria e Egito.