O ex-paquito Robson Barros, morto aos 57 anos no último sábado (20), falou sobre ter tido uma fama passageira em uma entrevista, divulgada em maio de 2020.
O empresário comentou sobre os tempos de galã no programa “Xou da Xuxa”, entre 1989 e 1990, em uma live com Andréa Sorvetão, uma das paquitas mais conhecidas.
“Aprendi muito. Como lição de vida, eu diria que é bom abraçar as oportunidades. É preciso aproveitar da melhor forma. Chega uma hora que acaba”, avaliou ele.
Robson seguiu: “Tem uma hora que a fama acaba, isso é para todos. Acaba para todos, tirando o Roberto Carlos (risos). É passageira. As coisas passam. Ontem, éramos os galãzinhos. Hoje, sou avô. Aproveitei demais. Busco aproveitar da melhor forma com meus amigos e minha família”.
Na entrevista, o ex-paquito contou que já tinha contato com o mundo artístico antes mesmo de trabalhar com Xuxa. Ele é filho de Genival Barros, que foi coordenador da técnica dos shows de Roberto Carlos por mais de 60 anos. O veterano morreu em janeiro deste ano.
Também na entrevista, Robson Barros afirmou que “não fava para ficar milionário” com o dinheiro que recebia como paquito. “Ganhávamos direitinho. O trabalho abriu muitas portas para a gente aprender, seguir uma carreira. A gente ganhava ok. Para a época, estava legal”, avaliou.
A família não informou oficialmente a causa da morte do empresário.