A atriz e escritora descreveu o impacto do encontro naquele cenário. “Morri e fui para o paraíso, e tem esse cara do meu lado dando mole”, lembrou, ao citar a impressão que teve na época. Segundo ela, a aproximação partiu mais de sua iniciativa. “Ficamos um mês e pouco, uma água quente e transparente dentro da lagoa… eu fazendo o possível para me encostar nele, me esfregava, fazia o que podia, e ele mais tímido do que eu, devo ser honesta [risos]. Quem foi mais em cima fui eu, para deixá-lo mais à vontade.”
De acordo com Bruna Lombardi, o relacionamento seguiu após o fim das gravações de “Aritana”. “Depois do paraíso, a gente veio para uma praticidade da vida. Começamos a ficar juntos mesmo! A gente foi direto para a loja de material de construção! Fomos escolher prego, madeira, martelo. A vida foi muito fantasia e realidade”, afirmou.
Ela destacou afinidades como base da relação do casal. “Tinha uma coisa linda que, quando a gente começou a morar junto -a gente já sabia, porque já tinha conversado para caramba-, mas a gente tinha lido os mesmos livros, visto os mesmos filmes, então você vai com uma pessoa que tem todas as referências”, comentou.
Bruna continuou: “Ricelli é muito diferente de mim, em muitos aspectos. Mas, em outros, a gente pensa tão parecido que não precisa nem falar. A gente não precisa nem se olhar. Ele sabe o que estou pensando e eu sei o que ele está pensando.”
Ao final, resumiu o que considera o principal pilar do casamento. “É essa cumplicidade segura, esse lugar de confiança, de calor humano. Não existe amor mais legal do que o amor incondicional.”

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Folhapress | 07:20 – 07/05/2026