Breno Bidon irá permanecer no Corinthians. O Besiktas, da Turquia, tinha manifestado interesse em contar com o jovem, mas as conversas entre as partes foram encerradas.
De acordo com apuração da CNN Brasil, o estafe do jogador avaliava a movimentação com bons olhos, muito por conta dos recentes investimentos feitos pelo futebol turco.
Além disso, a oportunidade de disputar jogos por ligas europeias fortalecia o interesse do Besiktas, que disputa a Europa League na atual temporada.
O desejo do Corinthians, no começo do ano, era vender Breno Bidon por 30 milhões de euros (aproximadamente R$ 177 milhões), mas a necessidade de realizar uma venda rápida para acertar as contas fez o clube cogitar um valor mais baixo.
A proposta do Besiktas deveria ficar entre 18 e 20 milhões de euros (entre R$ 106 e R$ 118 milhões). Mas os turcos não formalizaram a oferta, e o estafe de Breno Bidon ficou incomodado com a situação. A janela de transferências na Turquia se encerra nesta sexta (4).
“Decidi encerrar as conversas por não sentir segurança no projeto. Temos feito um trabalho muito bonito e responsável com o Breno com a ajuda do Corinthians, que tem sido impecável desde o início, quando ele chegou no sub-14. O clube estava disposto a avaliar alguma situação ainda que abaixo do valor que eles imaginavam para pensar no futuro do jogador caso ele decidisse sair”, disse ao “GE” o empresário Fernando Brito, da Dodici Sports, empresa que cuida da carreira do jovem.
“Não seria justo da nossa parte agir diferente com o Corinthians. Não acho saudável estender esse assunto. Domingo ele tem jogo e temos objetivos pela frente muito claros: convocação para a seleção brasileira e a conquista da Libertadores”, prosseguiu.
Em seu orçamento para 2026, o Corinthians estimou uma arrecadação de R$ 150 milhões com transferências. Porém, até o momento, o clube paulista não conseguiu negociar nenhum jogador.
Breno Bidon tem contrato com o Corinthians até o término de 2029. A multa rescisória é de 100 milhões de euros (cerca de R$ 593 milhões na cotação atual) para times do exterior, e R$ 370 milhões para o mercado nacional.