Wall Street sobe após dados do Payroll; S&P 500 fecha em alta recorde

Os principais índices acionários de Wall Street fecharam o pregão desta sexta-feira (9) em alta, com investidores avaliando o relatório de empregos não-agrícolas divulgado pelo Departamento do Trabalho dos Estados Unidos.

O S&P 500 fechou em alta recorde, impulsionado pela Broadcom e outras fabricantes de chips.

Os dados do relatório de emprego mais importante nos Estados Unidos – o Payroll – mostrou uma criação de emprego mais moderada do que o esperado em dezembro. Por outro lado, o desemprego também ficou aquém das expectativas. Os EUA criaram cerca de 50 mil vagas no mês passado. O resultado ficou abaixo do consenso levantado pela Reuters, que previa a criação de cerca de 60 mil empregos. Outro destaque é a taxa de desemprego, que caiu para 4,4% no mês passado. A expectativa para o indicador era de 4,5% para o período.

Após o relatório, os investidores aumentaram as apostas em uma pausa nos cortes das taxas de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) em janeiro.

O Dow Jones fechou em alta de 0,48%, aos 49.504 pontos. O Nasdaq subiu 0,82% e terminou o dia aos 23.671 pontos. E o S&P 500 valorizou 0,60%, aos 6.963 pontos.

As ações da Broadcom, Alphabet e Tesla fecharam em alta de mais de 3%, quase 1% e mais de 2%, respectivamente, e impulsionaram o S&P 500 e o Nasdaq.

As ações da Vistra encerram com ganhos de mais 10% depois que a Meta, que valorizou mais de 1%, concordou em comprar energia das usinas nucleares da empresa.

A Intel subiu mais de 10%. O presidente Donald Trump afirmou ter tido uma “ótima reunião” com o CEO da fabricante de chips, Lip-Bu Tan.

E as ações da General Motors caíram mais de 2% depois que a montadora de automóveis anunciou que contabilizará uma baixa contábil de US$ 6 bilhões para desfazer alguns investimentos em veículos elétricos.

Além disso, a Suprema Corte dos EUA pode anunciar um parecer sobre a legalidade ou não das tarifas impostas pelo presidente Donald Trump na semana que vem. A Corte não anuncia com antecedência quais casos serão decididos.

A administração Trump espera que a Justiça decida a seu favor, mas ainda está explorando o que pode ser feito se o tribunal decidir contra, de acordo com o assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, em entrevista nesta sexta (9).

*Com informações da Reuters

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