Os atores Sterling K. Brown e Shailene Woodley, estrelas da série “Paradise”, demonstraram entusiasmo com a recepção calorosa que receberam durante sua passagem pelo Brasil. Em entrevista à CNN Brasil, ambos destacaram a energia única dos fãs brasileiros na CCXP e compartilharam detalhes sobre a nova temporada da produção.
Sterling K. Brown não escondeu sua emoção ao falar sobre o carinho recebido. “O amor dos fãs foi tão puro e tão completo que você não podia dar mais amor. Eu estava apaixonado pelo país antes da CCXP, e eu estava pensando que tenho que voltar“, afirmou o astro.. “Amor é um sentimento muito poderoso e foi o que senti”, completou.
Sobre retornar para uma segunda temporada de uma série já consagrada, Brown mostrou-se mais empolgado do que pressionado. “Não tem pressão, é bom. É como se você já tivesse um ponto de partida. Você não precisa provar para as pessoas o que o produto é, agora nós temos que viver mais plenamente nesse mundo“, explicou o ator, que também trabalhou com Dan Fogelman, criador de “Paradise”, na série “This Is Us”.
Nova fase e novos personagens
Shailene Woodley, que se junta ao elenco na segunda temporada, comentou sobre sua experiência ao entrar em uma história já estabelecida. “Eu me senti muito bem-vinda, e era uma grande fã da primeira temporada, então foi muito emocionante receber essa oportunidade”, revelou a atriz. Ela destacou ainda o ambiente acolhedor nos bastidores: “A equipe de Paradise é, em grande parte, a mesma equipe com quem Sterling e Dan Fogelman trabalharam em This Is Us, então todos se conhecem muito bem. Há uma facilidade, e quase parece que a equipe é uma família”.
Os atores também refletiram sobre o significado mais profundo da série. Para Woodley, “Paradise” funciona como um alerta: “É como um chamado para despertar. Tudo acontece em um bunker, mas também está acontecendo acima do solo em 2025 na nossa sociedade, entre nossos relacionamentos”. Já Brown vê a produção como um espelho da sociedade atual: “Paradise está mostrando um espelho para o mundo para dizer que estamos fraturados. Estamos tendo dificuldade em estar em comunhão uns com os outros, e é difícil ter conversas sem que elas se transformem em argumentação”.