A final entre Palmeiras e Flamengo, neste sábado (29), em Lima, coloca frente a frente dois dos jogadores mais influentes do futebol brasileiro em 2025.
De um lado, Vitor Roque, dono de uma temporada de afirmação com a camisa alviverde. Do outro, Arrascaeta, referência técnica rubro-negra e peça central na criação de jogadas. Um levantamento do Sofascore mostra como os dois chegam à decisão e revela diferenças claras no impacto que cada um exerce dentro de campo.
Com nota média 7.08, Vitor Roque sustenta números de atacante decisivo: 20 gols, 5 assistências e participação direta em gol a cada 146 minutos. Foram 54 jogos, sendo 44 como titular, em uma temporada que oscilou entre explosão física, presença diária na área e papel mais móvel no esquema palmeirense. O jovem ainda tenta, com frequência, finalizar: são 2.3 arremates por partida, sendo 1.0 no alvo, além de média de 0.9 passes decisivos e 1.2 dribles certos por jogo.
Arrascaeta surge com uma nota ainda mais alta, 7.52, reforçando a ideia de que continua sendo o cérebro criativo do Flamengo. Em 59 partidas (51 como titular), o uruguaio soma 23 gols e 16 assistências, participando diretamente de um gol a cada 107 minutos — indicador que mostra o quanto ele influencia a engrenagem ofensiva rubro-negra. Sua média de 2.2 finalizações (0.7 no alvo) é semelhante à de Roque, mas o salto aparece na construção: 1.7 passes decisivos por jogo e 1.2 dribles certos. Na recomposição, leva leve vantagem: 2.6 bolas recuperadas por partida, contra 2.1 do jogador do Palmeiras.

Os números, embora frios, ajudam a iluminar o enredo de um duelo que, dentro de campo, costuma ser decidido por detalhes.