Mulher do ator Juliano Cazarré comemora avanço na reabilitação da filha

A empresária Leticia Cazarré, casada com o ator Juliano Cazarré, compartilhou nas redes sociais neste sábado (24) um momento de alegria para a família: o avanço significativo na reabilitação respiratória de sua filha Maria Guilhermina.

A criança de 3 anos, quinta filha do casal, foi diagnosticada com Anomalia de Ebstein, uma doença cardíaca congênita e rara que demanda cuidados especializados.

Maria Guilhermina nasceu com a condição, que foi descoberta ainda durante a gravidez. Logo após o nascimento, a bebê passou por uma cirurgia para reparar o coração.

Desde então, enfrentou desafios que incluíram o uso de respirador mecânico e traqueostomia, procedimento que cria uma abertura na traqueia para facilitar a respiração.

Em sua postagem, Leticia celebrou a conquista. “Quantas vezes sonhamos com o dia em que ela poderia reaprender a respirar pelo nariz e pela boca. Foram 3 anos de muito trabalho, de muitos profissionais excelentes, de muita luta da Guigui e nossa, pra chegar no ponto em que estamos hoje”, escreveu a empresária.

A mãe destacou a importância do momento para a filha. “Que benção tão grande ouvir sua voz e vê-la redescobrindo uma habilidade que nós todos tomamos como garantida, mas que pra ela é a chave que a separa de uma vida sem traqueostomia”, afirmou Leticia.

Fé e gratidão

Leticia também expressou sua fé durante o processo. “Eu creio! Como dizia minha vó Lourdes: ‘para Deus, nada é impossível!'” Com gratidão, ela reforçou seu compromisso com a filha: “É por ela que eu faço tudo o que eu faço. Obrigada meu Deus por nos dar mais uma vitória!!”

A postagem recebeu apoio de seguidores que acompanharam a trajetória de Maria Guilhermina, celebrando o progresso da criança e a dedicação dos pais e da equipe médica envolvida no tratamento.

Juliano Cazarré, 45, relembrou os momentos difíceis que passou com os problemas cardíacos da filha, durante entrevista ao Caldeirão, da Globo. O ator, que interpreta Jorginho em “Três Graças”, acredita que a cura da menina tenha sido um milagre.

“A Guilhermina nasceu e ela fez uma cirurgia com 40 minutos de vida. Ela era uma causa impossível, nasceu condenada, tinha uma malformação que era incompatível com a vida. A gente foi para São Paulo já sabendo que ela seria operada. Aparentemente, era uma menina normal, se mexia, chorava e uma médica alertou que ela precisava de uma cirurgia com urgência, senão morreria.”

Ele também comentou sobre a fase em que chegou a “flertar com o ateísmo”, como prefere descrever, em que passou a desacreditar em Deus, e disse que esse modo de pensar quase destruiu a família dele.

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