Agências de notícias iranianas ligadas ao governo, Fars News Agency e Nournews, negaram nesta quinta‑feira (12) relatos de que a esposa do falecido líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, teria morrido em decorrência dos ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel.
Khamenei, segundo líder supremo do Irã, foi morto em 28 de fevereiro durante ataques aéreos conjuntos dos dois países em seu complexo em Teerã.
A Fars afirmou que os relatos iniciais sobre a morte de Mansoureh Khojasteh Bagherzadeh estavam incorretos e buscou corrigir o que descreveu como desinformação circulando após a morte do líder.
A Nournews, vinculada ao Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, afirmou que “a esposa do líder revolucionário mártir está viva, e a notícia inicial sobre seu falecimento estava incorreta”.
Anteriormente, alguns veículos iranianos haviam informado que a esposa de Ali Khamenei teria morrido após entrar em coma devido aos ferimentos sofridos nos ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã.
As agências estatais não forneceram mais detalhes sobre seu estado de saúde nem explicaram a divergência em relação às reportagens anteriores. A CNN não pôde verificar independentemente as informações.
No início deste mês, a agência semi-oficial Agência de Notícias dos Estudantes do Irã havia noticiado que Bagherzadeh entrou em coma após o ataque e depois faleceu.