Força Aérea dos EUA prestará homenagens a ex-militar morta no Capitólio

A Força Aérea dos EUA prestará honras fúnebres militares a Ashli ​​Babbitt, uma veterana da Força Aérea americana e manifestante pró-Donald Trump que foi baleada e morta no dia 6 de janeiro de 2021 após invadir o Capitólio dos EUA, onde membros do Congresso estavam sendo realocados.

O Subsecretário da Força Aérea, Matthew Lohmeier, escreveu uma carta à família de Babbitt, dizendo que, embora seu pedido inicial de honras militares tenha sido negado, ele acreditava a ação foi incorreta.

“Após analisar as circunstâncias da morte de Ashli ​​e considerar as informações que surgiram desde então, estou convencido de que a decisão anterior estava incorreta”, disse Lohmeier. “Além disso, gostaria de convidar você e sua família para me encontrarem no Pentágono para pessoalmente prestar minhas condolências.”

Um porta-voz do Departamento da Força Aérea confirmou a veracidade da carta.

“Após analisar as circunstâncias da morte de Babbitt, a Força Aérea ofereceu Honras Fúnebres Militares à família da veterana da Força Aérea”, disse o porta-voz da instituição nesta quinta-feira (28).

Embora os detalhes específicos do que será oferecido à família de Babbitt não sejam claros, as honras militares completas geralmente incluem um destacamento uniformizado no funeral, a execução de um toque de corneta e apresentação de uma bandeira dos EUA.

As honrarias haviam sido negadas anteriormente durante o governo Biden.

Relembre o caso de Babitt

Babbitt foi baleada por um policial do Capitólio enquanto tentava escalar uma janela quebrada dentro do complexo que levava ao Saguão do Presidente da Câmara. O policial envolvido foi inocentado de qualquer delito criminal relacionado ao tiroteio.

Em maio, o governo Trump concordou em pagar quase US$ 5 milhões à família de Babbitt em um acordo por homicídio culposo.

Babbit passou quatro anos atuando na Força Aérea, entre 2004 a 2008, e depois serviu na Reserva da Força Aérea de 2008 a 2010, e na Guarda Aérea Nacional de 2010 a 2016. Ela também foi enviada ao Afeganistão em 2005, ao Iraque em 2006 e aos Emirados Árabes Unidos em 2012 e 2014.

Ela foi membro do 113º Esquadrão das Forças de Segurança, 113ª Ala, da Guarda Aérea Nacional de Washington. A 113ª Ala é responsável pela defesa da Região do Capitólio Nacional e é apelidada de “Guardiões da Capital”.

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