Copa do Mundo leva EUA a reforçar segurança antidrones; entenda

Os Estados Unidos vão investir US$ 115 milhões em medidas antidrones para reforçar a segurança em torno da Copa do Mundo e das celebrações do 250º aniversário do país, informou o Departamento de Segurança Interna (DHS), nesta segunda-feira (12).

A Copa do Mundo será um grande teste da promessa do presidente Donald Trump de manter os EUA seguros, com mais de um milhão de viajantes esperados para o torneio e bilhões acompanhando as partidas do exterior.

A ameaça de ataques com drones tornou-se uma preocupação crescente desde que a guerra na Ucrânia demonstrou suas capacidades letais. Incidentes recentes também alarmaram aeroportos na Europa e nos EUA.

“Estamos entrando em uma nova era para defender nossa superioridade aérea e proteger nossas fronteiras e o interior dos Estados Unidos”, disse a secretária do DHS, Kristi Noem, em comunicado.

Tecnologias antidrones em desenvolvimento

Empresas de defesa estão desenvolvendo uma série de tecnologias para combater drones, incluindo softwares de rastreamento, lasers, micro-ondas e metralhadoras autônomas.

O DHS não especificou quais tecnologias pretende implantar nos locais que receberão jogos da Copa do Mundo.

O anúncio ocorre semanas depois de a Agência Federal de Gerenciamento de Emergências (FEMA), subordinada ao DHS, afirmar que concedeu US$ 250 milhões a 11 estados-sede da Copa para a compra de tecnologias antidrones.

No verão passado, a governadora de Nova York, Kathy Hochul, democrata, pediu a Trump, republicano, que reforçasse o apoio federal para a defesa contra ataques com drones.

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