O rapper e produtor Sean “Diddy” Combs, 56, teria vendido seu jatinho particular meses após ser condenado por crimes relacionados à prostituição nos Estados Unidos. A informação vem à tona dias depois de o presidente americano Donald Trump, 79, afirmar que não pretende conceder indulto ao artista, apesar de um pedido formal encaminhado por carta.
Condenado a quatro anos e dois meses de reclusão por duas acusações de transporte interestadual para fins de prostituição — crime previsto na legislação norte-americana —, o cantor cumpre pena na Instituição Correcional Federal (FCI) de Fort Dix.
Segundo a revista People, o músico se desfez de seu jato executivo Gulfstream G550 ainda no ano passado. Um representante da empresa Silver Air Private Jets, responsável pela gestão e pelos fretamentos da aeronave, confirmou à publicação que o avião deixou de ser administrado pela companhia após uma mudança de posse em outubro de 2025. O valor da transação não foi divulgado, porém, no mercado internacional, modelos semelhantes do Gulfstream G550 costumam ser vendidos por valores entre US$ 15 milhões e US$ 20 milhões.
Registros da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) indicam que a aeronave, que estava registrada em nome da LoveAir LLC — empresa vinculada a Diddy —, não utiliza mais a matrícula N1969C. Atualmente, o jatinho aparece com o prefixo T7-OKS, o que indica que passou a ser registrado em San Marino, pequeno país europeu conhecido por oferecer benefícios fiscais.
O julgamento midiático do intérprete de “I’ll Be Missing You”, que se estendeu por cerca de dois meses no ano passado, terminou com sua absolvição das acusações mais graves, como tráfico sexual e conspiração para formação de quadrilha — crime equivalente à associação criminosa no direito brasileiro. Ainda assim, a condenação pelos crimes relacionados à prostituição resultou na pena de prisão que o músico cumpre atualmente.
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