Aldo Rebelo sobre OVNIs: “Sei o que as Forças Armadas têm nos arquivos”

O ex-ministro da Defesa Aldo Rebelo afirmou, nas redes sociais, que tem conhecimento sobre documentos mantidos pelas Forças Armadas a respeito de OVNIs. Na publicação, ele declarou: “Na condição de ex-ministro da Defesa, sou provocado a falar sobre o tema. Eu sei o que as Forças Armadas têm nos arquivos. O que posso dizer é que se o governo dos EUA revelar seus documentos, farei o mesmo se eleito presidente do Brasil.”

A declaração ocorre em meio à repercussão de falas recentes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que disse que pretende solicitar a divulgação de arquivos governamentais relacionados a vida alienígena, fenômenos aéreos não identificados e OVNIs.

A iniciativa foi motivada após comentários do ex-presidente Barack Obama, que mencionou o tema em entrevista a um podcast: “alienígenas são reais”.

Aldo Rebelo é pré-candidato e deve disputar as eleições presidenciais de 2026 pelo Democracia Cristã.

O Brasil também já foi palco de relatos conhecidos envolvendo OVNIs. O episódio mais famoso é o chamado “ET de Varginha”, registrado em 1996, em Minas Gerais.

Na ocasião, moradores relataram a suposta presença de uma criatura incomum, caso que ganhou grande repercussão nacional e internacional. Investigações oficiais apontaram explicações alternativas.

Representação artística do ET de Varginha • Reprodução/Prefeitura de Varginha
Representação artística do ET de Varginha • Reprodução/Prefeitura de Varginha

O que são OVNIs

Cientificamente, um OVNI é um objeto voador não identificado. Ou seja, não significa que é algo ligado a “extraterrestres”. Manchas no céu, eventos meteorológicos, aeronaves estranhas (militares) e outros tipos de fenômenos se enquadram nessa descrição

O Brasil, por exemplo, mantém em seu Arquivo Nacional um registro de todas as ocorrências de OVNIs em território nacional que computa eventos que não necessariamente são relacionamentos a discos voadores e seres de outros planetas.

A Nasa, agência espacial dos Estados Unidos, por outro lado, mudou a nomenclatura que usa para tratar de fenômenos desse gênero. Desde 2022, eles usam a sigla UAPs, que em português significa fenômenos anômalos não-identificados.

De lá para cá, o órgão norte-americano tem empenhado esforços para oferecer explicações científicas aos eventos analisados.

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