Anitta mostra potência da moda nacional em “Equilibrium II”; veja looks

Em “Equilibrium II”, disco em que Anitta, 33, fez um mergulho ainda mais profundo na própria espiritualidade, a escolha da estética foi muito além do apelo visual.

Trata-se de um manifesto que, além de celebrar as raízes, os ritmos e a ancestralidade do país, também projeta o design autoral nacional para os holofotes do mercado global com o mesmo protagonismo de cada faixa musical.

Vestindo marcas como Isabela Capeto, Helô Rocha, Normando, Maurício Duarte e Ateliê Mão de Mãe, a cantora apresenta ao público sua visão de mundo e das brasilidades que a encantam por completo.

Por trás desse trabalho, está o stylist Daniel Ueda, que assina a produção ao lado de Andre Philipe. Segundo ele, a curadoria contou com um olhar 360º para o Brasil.

“Queríamos sair um pouco do eixo Rio-São Paulo. Fizemos uma reunião de brainstorm com a Nídia Aranha; ela foi apresentando a ideia de cada ato do curta e percebemos que apresentaríamos várias Anittas mesmo”, diz.

“A Carmen, as pombagiras, a romântica, a lúdica… Foram várias skins dela, sabe? Priorizamos marcas nacionais do país inteiro. Isso é muito legal, porque acabamos mostrando ao mundo marcas que podem acabar sendo super impactadas por essa visibilidade”, acrescenta.

Por dentro das escolhas de Anitta

A escolha de moda traça um panorama importante na diversidade criativa brasileira. Dos traços mais conceituais de nomes já consagrados na São Paulo Fashion Week às produções artesanais de crochê, bordados regionais e outros materiais sustentáveis, cada look foi pensado para dialogar com a narrativa das faixas.

A estratégia transformou os visuais em uma vitrine do “Made in Brazil”, provando que a alta moda produzida em terras brasileiras possui sofisticação e apelo comercial suficientes para rivalizar com grandes maisons internacionais.

 

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