A Telefônica Brasil divulgou nesta segunda-feira (27) resultado de segundo trimestre dentro do esperado pelo mercado, com o lucro líquido 17% maior que o desempenho de um ano antes e o operacional avançando cerca de 11%.
A companhia, que atua sob a marca Vivo, encerrou o período de abril ao final de junho com lucro líquido de R$ 1,57 bilhão após R$ 1,34 bilhão no mesmo período do ano passado.
O desempenho operacional medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 6,58 bilhões ante R$ 5,93 bilhões na mesma comparação com 2025.
Analistas, em média, esperavam lucro líquido de R$ 1,7 bilhão e Ebitda de R$ 6,6 bilhões para a companhia, segundo dados da LSEG.
A empresa, maior grupo de telecomunicações do país e controlado pela espanhola Telefónica, teve expansão de 7,6% na receita líquida, para R$ 15,76 bilhões, no segundo trimestre sobre um ano antes, puxada pelo faturamento com telefonia móvel, que avançou 6,6%.
A receita com banda larga subiu 10,7%, o segmento de dados corporativos teve expansão de 7,8% e as vendas de aparelhos e eletrônicos, um ponto de foco da empresa, cresceu 27,8%, ultrapassando a marca de R$ 1 bilhão.
A receita média por usuário na telefonia móvel teve expansão 4,5%, ficando em R$32,5 por mês. O churn (desligamentos) caiu para 1,8% ante 2,2% no segundo trimestre do ano passado.
A Telefônica Brasil terminou junho com 8,2 milhões de clientes de fibra, expansão de 11,3%. A base de telefonia encerrou a 105,13 milhões, crescimento de 2,6% ante o final de junho de 2025.