Morte de motociclista no Beto Carrero foi risco da atividade, diz polícia

A PCSC (Polícia Civil de Santa Catarina) concluiu o inquérito que investigava a morte do piloto Lurrique Ferrari, ocorrida durante uma apresentação de motociclismo no parque Beto Carrero World, em Penha, no litoral de Santa Catarina. Conforme as investigações, não foram encontrados indícios de responsabilidade criminal de terceiros pelo acidente.

Durante a investigação, foram realizados exames periciais no local do acidente e na motocicleta utilizada pelo piloto, incluindo análises mecânicas, estruturais e diagnósticos eletrônicos do veículo.

Os laudos médico-legais e toxicológicos apontaram que a morte foi causada pelas lesões provocadas no impacto da queda, sem qualquer indício de que o piloto estivesse sob efeito de substâncias que pudessem comprometer seus reflexos ou sua capacidade psicomotora.

Diante do conjunto de provas reunidas, a Polícia Civil concluiu que o acidente ocorreu em decorrência dos riscos inerentes à própria atividade profissional, já que se tratava de uma apresentação acrobática de motociclismo.

O acidente aconteceu na tarde de 23 de novembro durante um espetáculo motociclístico no parque temático. Imagens gravadas por espectadores mostram o momento em que o piloto tenta realizar um salto entre rampas, mas não consegue completar a manobra e acaba batendo a cabeça na estrutura.

Após o acidente, Lurrique Ferrari foi socorrido pela equipe de bombeiros do próprio parque e encaminhado a um hospital da região, onde passou por cirurgia. Apesar do atendimento, ele não resistiu aos ferimentos e morreu.

Em nota divulgada após o ocorrido, o Beto Carrero World lamentou a morte do piloto e destacou que ele era admirado pelo talento e pela dedicação ao trabalho. O parque também informou que, em razão do acidente, o espetáculo previsto para o dia seguinte foi cancelado.

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