Após decreto de calamidade pública, aulas são suspensas em Juiz de Fora

Em função das fortes chuvas que atingem a cidade de Juiz de Fora, no interior de MInas Gerais, as aulas das redes municipais de ensino foram suspensas nesta terça-feira (24). O munícipio entrou em estado de calamidade pública e a prefeitura da cidade confirmou 14 mortes em ocorrências ocasionadas pelos temporais.

O comunicado, divulgado pela PJF (Prefeitura de Juiz de Fora), destaca que devido a intensidade das chuvas, alagamentos e deslizamentos de terra foram registrados nas vias, impossibilitando a trafegação segura na região.

A pasta conclui que, visando a segurança de toda a comunidade escolar, incluindo alunos e colaboradores da educação, foi determinada a suspensão das aulas.

Calamidade pública

Foi decretado, nesta terça-feira (24), estado de calamidade pública em Juiz de Fora, região sudeste de Minas Gerais. De acordo com a prefeitura, até o momento, 14 óbitos foram constatados decorrentes das chuvas. A medida publicada declara a situação excepcional pelo prazo de 180 dias.

O órgão informou que, nesta segunda-feira (23), o volume acumulado de chuva chegou à marca de 584 milímetros até a meia-noite, tornando fevereiro de 2026 o mês mais chuvoso já registrado na história do município, com chuvas quase quatro vezes acima da média histórica para o período.

Por volta das 21h15 de segunda, até as 4h desta terça, foram citados 211 chamados. Segundo o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, esses chamados marcam ocorrências de deslizamentos, desmoronamentos, pessoas ilhadas e soterramentos.

Devido a gravidade das chuvas, a corporação mobilizou, no início dessa madrugada, mais de 20 militares do Batalhão de Emergências Ambientais e Resposta a Desastres, além de materiais de salvamento e cães de busca para atuar nos chamados.

As autoridades orientam que, diante de qualquer sinal de movimentação de terra, os moradores deixem imediatamente o local e busquem abrigo seguro.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

FONTE

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