Massis nega renúncia e diz que não há chance de impeachment no São Paulo

Harry Massis afirmou que a reunião do Conselho Consultivo do São Paulo, realizada nesta sexta-feira (20), foi tranquila e não indicou chances de renúncia ou impeachment.

O encontro ocorreu após denúncias envolvendo sua filha, Christina Massis, suspeita de venda irregular de ingressos de cortesia no Morumbis.

 

Questionado sobre pedidos de afastamento, renúncia ou impeachment, Massis negou qualquer discussão. “Não, nada. Essa palavra não foi cogitada, ninguém falou. Inclusive eu falei que o meu mandato vai até 31 de dezembro de 2026, bem claro.”

“Foi muito tranquila, todos consultivos praticamente compareceram. Não teve problema nenhum de falar sobre o problema da minha filha Cristina. Falou-se muito pouco”, disse o presidente após o encontro.

As imagens são de Alexsander Vieira. 

O dirigente também comentou a possibilidade de movimento político contra sua gestão. “A partir dessa nossa reunião, se por acaso ele tivesse intenção, ele viu que não tem a mínima chance. A mínima chance”, afirmou.

Durante a reunião, um áudio atribuído a Christina Massis foi apresentado, segundo o presidente. “Foi colocado, mas não foi audível, não deu para escutar nada, ninguém deu bola, ninguém escutou nada e no fim o áudio foi insignificante.”

Massis confirmou a abertura de investigação interna sobre o caso. “Sim, eu mesmo aceitei e eu mesmo coloquei isso. Haverá uma investigação. Vocês receberam a nota. Eu acatei, aceitei e é isso que nós vamos fazer.”

A reunião foi convocada pelo Conselho Consultivo após denúncia sobre suposta revenda de ingressos para um show realizado no estádio em 2024. O caso será analisado pela comissão de ética do clube.

Entenda a reunião

A reunião do Conselho Consultivo foi convocada após a denúncia de uma suposta revenda de ingressos envolvendo Christina Massis, filha do presidente do clube.

O caso teria relação com entradas para um show realizado no MorumBIS em 2024 e motivou pedidos de esclarecimento internos.

O órgão tem caráter opinativo, e eventuais medidas devem ser analisadas pelas instâncias competentes, como a comissão de ética.


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