O vídeo de uma Pegadinha que era exibida no Programa Silvio Santos foi encontrado entre os milhões de novos documentos relacionados ao caso Epstein, magnata americano e criminoso sexual. Brasileiros no X logo notaram que o vídeo em questão ia ao ar no SBT, nas noites de domingo.
Batizada de “Jato de Ar“, a brincadeira surpreende pessoas distraídas na rua, com um extintor colocado dentro de uma grade de bueiro que é ativado por quem está escondido lá dentro (os internautas apontaram que seria Ivo Holanda, que fazia a maior parte do quadro). Quando elas passam, tomam um susto com a força do ar que sai do chão.
No arquivo que ficou guardado no caso, uma tarja preta cobre os participantes que aparecem no vídeo. As Pegadinhas fizeram história ao longo de décadas no “Programa Silvio Santos“, encerrando as noites de domingo.
Além deste vídeo, Luma de Oliveira também já apareceu citada no caso Epstein, na semana passada.
Assista à pegadinha de Silvio Santos citada no caso Epstein:
Vsf tinha um vídeo de uma pegadinha do Sílvio Santos nos epstein files KKKKKKKKKKKKKKKKK
justice dot gov/epstein/files/DataSet%2010/EFTA01648556.mp4 pic.twitter.com/AzEwmM80xn
— Joca (@jocadbz) February 5, 2026
Quem foi Jeffrey Epstein?
Jeffrey Epstein, natural de Nova York, começou sua carreira com uma breve passagem como professor em uma prestigiada escola particular.
Não demorou muito para que ele ingressasse no ramo de bancos de investimento. Ele trabalhou no Bear Stearns antes de abrir sua própria empresa em 1982.
Na companhia, Epstein atendia exclusivamente clientes com patrimônio superior a US$ 1 bilhão, segundo reportagem da CNN.
Na década de 1990, ele já havia acumulado propriedades e apartamentos em diversos países, segundo documentos judiciais, incluindo uma ilha particular no Caribe. Também convivia com algumas das pessoas mais ricas e poderosas do mundo.
Entre essas pessoas estavam o então príncipe Andrew, o ex-presidente Bill Clinton e Donald Trump, todos os quais negam qualquer irregularidade relacionada ao financista.
*publicado por Jonathan Pereira, em colaboração para a CNN Brasil