Paris Hilton sobre amizade com Britney Spears: “Trauma compartilhado”

A empresária e ativista Paris Hilton, 44, afirmou que seu laço com a cantora Britney Spears, também de 44 anos, se fortaleceu ao compartilharem conversas sobre os “traumas” vividos nos anos 2000.

A herdeira do setor hoteleiro se reencontrou recentemente com a eterna princesinha do pop durante uma viagem ao México para celebrar o aniversário de Britney. Na ocasião, as duas falaram sobre os efeitos da exposição extrema e o tratamento hostil que recebiam da imprensa no auge da fama.

Durante participação no podcast “I’ve Never Said This Before with Tommy DiDario”, Paris foi questionada se havia conversado com Britney sobre o “trauma compartilhado” daquele período.

A estrela respondeu: “Sim. Eu estive com Britney há algumas semanas, no aniversário dela, no México, e estávamos falando sobre como as pessoas eram cruéis e maldosas naquela época. Eu sinto que ela é alguém que consegue se identificar com essa situação. Existem pouquíssimas pessoas que teriam esse nível de compreensão, por terem passado por algo assim. Isso nos tornou tão fortes.”

Paris também relembrou como foi viver sob os holofotes e explicou que a experiência era extremamente solitária.

“Naquela época, era entretenimento destruir mulheres. Era muito solitário. Porque poucas pessoas sequer conseguiam entender como era ser tratada daquela forma. Isso era completamente normalizado. Era algo que faziam como se fosse natural”, lamentou.

A empresária, que é mãe de Phoenix, 3, e London, 2, frutos do casamento com o empresário Carter Reum, relatou que gostaria de ter dado conselhos à sua versão mais jovem.

“Se eu pudesse voltar no tempo e falar com a Paris mais nova, eu diria: ‘Você vai passar por muita coisa na vida e, às vezes, vai ser bem difícil, assustador e doloroso. Vai ser pesado, mas um dia tudo isso vai valer a pena, porque você vai inspirar milhões de pessoas, vai criar um caminho e transformar sua dor em propósito, ajudando a salvar a vida de crianças, mulheres e sobreviventes ao redor do mundo’”, declarou ela, que hoje atua em prol da melhoria do bem-estar infantil nos Estados Unidos.

Ela acrescentou: “E também: ‘não tenha medo de mostrar ao mundo quem você realmente é’. Eu gostaria de ter feito isso antes.”

Ao encerrar o relato, Paris resumiu o impacto que a exposição excessiva teve em sua vida. “Sinto que, se você conseguiu sobreviver aos anos 2000… a tudo o que eu passei… você consegue sobreviver a qualquer coisa.”

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