Esmagamento de soja deve ser recorde em 2026

Com a expectativa de colheita uma safra recorde de soja, o processamento do grão também deve alcançar volumes inéditos.  É o que estima a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE), que atualizou nesta semana as projeções para a atividade industrial do complexo soja. O principal destaque é a estimativa de um esmagamento de soja no Brasil em volume recorde, de 61 milhões de toneladas este ano, uma ligeira alta de 0,8% em relação à estimativa anterior. A projeção para a produção de farelo é estimada em 47 milhões de toneladas, enquanto a fabricação de óleo deve chegar a 12,25 milhões de toneladas.  

No comércio internacional, o Brasil deve manter a liderança com exportações de 111,5 milhões de toneladas de soja em grão, uma alta de 0,5%. No segmento de subprodutos, as projeções apontam para embarques de 24,6 milhões de toneladas de farelo e um crescimento expressivo de 11,5% nas exportações de óleo de soja, que devem atingir 1,45 milhão de toneladas.  

O desempenho do setor em 2025 já antecipava essa tendência de alta. O esmagamento consolidado para o ano fechou em 58,5 milhões de toneladas, processando uma safra que atingiu 171,5 milhões de toneladas de grãos, segundo a Conab. Assim como a atividade industrial de 2025 que, de acordo com dados da ABIOVE, resultou na produção de 45,1 milhões de toneladas de farelo de soja e 11,7 milhões de toneladas de óleo de soja. Quanto ao fluxo comercial, os dados validados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), confirmam a exportação de 108,2 milhões de toneladas de soja em grão, 23,3 milhões de toneladas de farelo e 1,36 milhão de toneladas de óleo. 

No lado das importações, o país adquiriu 969 mil toneladas de soja e 105 mil toneladas de óleo de soja para suprir demandas pontuais.  

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