Promessas brasileiras ficam de fora das indicações do Oscar 2025; confira

O Brasil teve cinco indicações ao Oscar 2026, quatro para o filme “O Agente Secreto” e uma para fotografia do paulista Adolpho Veloso em “Sonhos de Trem”. Mas algumas das promessas brasileiras ficaram de fora da lista da Academia.

Confira, a seguir, quem não foi lembrado na seleção final de indicados:

Tânia Maria na categoria Melhor Atriz Coagjuvante

A atriz Tânia Maria encantou o Brasil e o mundo com sua atuação de dona Sebastiana na obra de Kleber Mendonça Filho. Ela interpreta uma mulher de 77 anos que abriga refugiados em um prédio em Recife (PE).

Diversos especialistas apontavam o desempenho de Tânia como merecedor de indicação na categoria Melhor Atriz Coadjuvante pelo carisma e pelo desempenho na trama, que, apesar de não ter técnica aprimorada em atuação, atraia a atenção e movimentava a história.

O The New York Times chegou a lançar uma lista das melhores atuações de 2025 e incluiu a brasileira de “O Agente Secreto” como “Melhor Atuação de Cigarro”. No texto, o renomado jornal americano destaca a presença da atriz em cena.

Kleber Mendonça Filho nas categorias de Melhor Direção e de Melhor Roteiro Original

Kleber Mendonça Filho era outro nome que circulava como tendo chances de entrar na categoria de Direção após a trajetória de premiações em ascensão. Outra categoria chegou a ser cogitada por especialistas como tendo as cores brasileiras, Melhor Roteiro Original.

“O Agente Secreto” venceu o Globo de Ouro de Melhor Filme de Drama e o Critics Choice Awards, enquanto Wagner Moura conquistou o Globo de Ouro de Melhor Ator em Drama.

Em maio, no prestigiado ao 78º festival de Cannes, o reconhecimento internacional do filme teve início: Kleber venceu como Melhor Diretor e Wagner Moura como Melhor Ator. Com tantas premiações internacionais em mãos, a expectativa de indicação na Academia era legítima.

Mas o momentum gerado por esses prêmios não foi suficiente e Kleber ficou de fora da lista final de indicados.

Outros filmes de fora

Petra Costa, que já havia concorrido ao Oscar em 2020 por “Democracia em Vertigem”, não conseguiu repetir a façanha desta vez. Seu documentário “Apocalipse nos Trópicos” era considerado uma possibilidade para a categoria de Melhor Documentário, mas ficou de fora das indicações, apesar das expectativas geradas.

Dirigido por André Hayato Saito, “Amarela” estava na pré-lista do Oscar, mas também ficou de fora da seleção final na categoria de Melhor Curta-Metragem de Live Action.

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