BRB diz que operação da PF contra Vorcaro amplia chances de reaver recursos

O BRB (Banco de Brasília) avalia que a segunda fase da Operação Compliance Zero amplia as chances de devolução dos seus recursos, que foram aplicados no Banco Master. No âmbito da operação, o STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou o sequestro e bloqueio de bens e valores que superam R$ 5,7 bilhões.

A instituição de Brasília se reuniu com o liquidante da instituição de Daniel Vorcaro (responsável por encerrar as atividades do Master) na última segunda-feira (12), avançando as tratativas para reaver os seus recursos.  

No ano passado, o BRB informou ter liquidado ou substituído mais de R$ 10 bilhões ligados a carteiras de crédito fraudulentas do Banco Master. A instituição financeira diz que pode receber um aporte do seu controlador, o governo do Distrito Federal, caso seja confirmado prejuízo à instituição no caso do Banco Master.

“Como credor na liquidação, o Banco respeita a ordem de prioridade dos demais credores, mas segue atuando com firmeza para recuperar todos os compromissos pendentes. A segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada hoje (14), contribui para esse objetivo, pois o bloqueio de bens amplia as chances de devolução dos recursos ao BRB, fortalecendo as medidas de recuperação”, diz a nota do BRB.

O FGC (Fundo Garantidor de Créditos) vai ressarcir cerca de 1,6 milhão de credores que tinham depósitos e investimentos no Banco Master, somando R$ 41 bilhões. Para iniciar os pagamentos, o FGC precisa que o “liquidante” (responsável por encerrar as atividades do Master) disponibilize a lista de credores. Com a relação em mãos, o fundo precisa de dois dias úteis para iniciar os pagamentos.

“O Banco reforça que permanece sólido, operando normalmente e garantindo a oferta completa de serviços financeiros, incluindo crédito, investimentos e atendimento nos canais digitais e presenciais”, diz o BRB em nota.

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