Atrocidade humanitária, diz Eduardo após negativa de domiciliar a Bolsonaro

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Eduardo Bolsonaro (PL), foi às redes sociais nesta quinta-feira (01), dizer que a decisão de não permitir o cumprimento de pena do ex-mandatário em regime domiciliar é uma “atrocidade humanitária”.

“Todos estão vendo as atrocidades humanitárias cometidas pelo tiranete de beira de estrada”, escreveu.

“Que fique claro que ninguém que apoia este abusador o faz por mérito ou mesmo legalidade, mas sim por interesse próprio”, completou.

O ministro Alexandre de Moraes negou a solicitação nesta quinta, rebatendo os advogados ao afirmar que o quadro de Bolsonaro não teve “agravamento”, mas sim um “quadro clínico de melhora”. Por isso, não se justificaria permitir a mudança.

“Não houve agravamento da situação de saúde de JAIR MESSIAS BOLSONARO, mas sim, quadro clínico de melhora dos desconfortos que estava sentido, após a realização das cirurgias eletivas, como apontado no laudo de seus próprios médicos”, destacou o magistrado no documento da decisão.

O ex-presidente está internado desde o dia 24 de dezembro. Durante os quase dez dias no Hospital DF Star, Bolsonaro passou por quatro procedimentos cirúrgicos para conter crises de soluço e também uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral. Há a previsão de que ele deixe o hospital ainda neste dia 1°.

Filhos de Bolsonaro criticam Moraes

Além de Eduardo, Flávio Bolsonaro (PL) e Carlos Bolsonaro (PL) fizeram uma ofensiva criticando Moraes após a decisão de manter Bolsonaro na Superintendência da PF (Polícia Federal).

No X, Flávio chamou Moraes de “ser abjeto”. Já Carlos disse, na mesma rede social, sobre a decisão do ministro: “Qualquer pessoa de bom senso sabe qual é a missão dada que precisa ser cumprida e desde quando ela foi emitida pela primeira vez”.

A CNN Brasil tentou contato com Moraes para um posicionamento, mas ainda não teve retorno.

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