Diane Keaton namorou Al Pacino e mais estrelas; veja retrospectiva pessoal

A morte da atriz Diane Keaton, aos 79 anos, foi confirmada neste sábado (11) pela revista People. Ao longo da carreira de sucesso em Hollywood, ela se relacionou com grandes estrelas como Woody Allen, Warren Beatty e Al Pacino.

Diane Keaton era uma das figuras mais emblemáticas do cinema norte-americano. Com uma carreira que atravessou mais de cinco décadas, ela conquistou um Oscar, estrelou clássicos como “O Poderoso Chefão” e “Noivo Neurótico”, “Noiva Nervosa (Annie Hall)”, e se tornou um ícone de estilo e autenticidade em Hollywood.

Nascida em Los Angeles, em 1946, com o nome Diane Hall, ela era a mais velha de quatro irmãos. Seu pai era engenheiro civil e sua mãe, dona de casa. Keaton revelou que a mãe sempre teve o desejo não realizado de ser artista, o que a inspirou profundamente.

Após concluir o ensino médio, Keaton cursou Artes Cênicas no Santa Ana College e, posteriormente, transferiu-se para o Neighborhood Playhouse, em Nova York, conforme informa o site da instituição.

Antes de sua carreira no cinema ganhar destaque, Keaton fez sua estreia como atriz na produção original da Broadway do musical “Hair”, em 1968.

Na vida pessoal, a atriz nunca se casou, algo que ela encarava com naturalidade e até orgulho. Em entrevistas, dizia que estava feliz com sua decisão e que nunca se sentiu destinada ao casamento. Ainda assim, teve relacionamentos marcantes com figuras como Woody Allen, Al Pacino e Warren Beatty.

À People, ela relembrou em 2017, que quando Al Pacino se recusou a se casar, ela lhe deu um ultimato, e acabou. Os artistas se conheceram no início dos anos 1970, e o romance continuou — com idas e vindas — por cerca de 15 anos.

Já o relacionamento de cinco anos de Keaton com Warren Beatty, iniciado em 1978, tornou especialmente interessante a colaboração entre os dois em “Reds” (1981), filme dirigido por ele.

A interpretação de Keaton em “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” (1977) lhe garantiu o Oscar de Melhor Atriz. O filme foi o quarto de um total de oito colaborações que ela fez com Woody Allen.

A maternidade foi uma escolha consciente e amadurecida. Ela adotou dois filhos: Dexter, em 1996, e Duke, em 2001. Em entrevistas, relatava que a ideia da maternidade foi um pensamento que carregou por anos até decidir agir.

Keaton também era uma presença ativa nas redes sociais, especialmente no Instagram, onde compartilhava reflexões sobre sua vida, carreira e amigos. Em 2019, em entrevista à revista People, afirmou: “Sem a atuação, eu teria sido uma desajustada”.

Ao longo da vida, enfrentou inseguranças e evitava assistir aos próprios filmes por não gostar de se ver na tela. Mesmo assim, construiu uma carreira admirada por várias gerações e manteve uma personalidade única, irreverente e sempre honesta.

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