O Cruzeiro se manifestou nesta terça-feira (13) sobre os protestos de torcedores durante o desembarque da delegação no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins (MG). O clube reconheceu o direito de manifestação da torcida, mas condenou atos de violência e intimidação contra atletas e colaboradores.
Em nota oficial, a Raposa afirmou que considera legítima qualquer manifestação dos torcedores, desde que ocorra de forma pacífica. O clube também reconheceu a insatisfação da torcida com o resultado da partida contra o RB Bragantino, disputada na noite de segunda-feira (12), pelo Campeonato Brasileiro.
“A respeito do protesto ocorrido na madrugada desta terça-feira (13), durante a chegada da delegação ao aeroporto de Confins, o Cruzeiro reconhece como legítima qualquer manifestação da torcida, desde que seja feita de forma pacífica”, informou o clube.
A nota prossegue: “O clube compreende a insatisfação de seu torcedor diante do resultado na partida contra o Red Bull Bragantino, no entanto, condena qualquer ato de violência ou intimidação que coloque em risco a integridade física de seus atletas e colaboradores.”
O que aconteceu em Confins
A delegação do Cruzeiro foi alvo de protestos durante o desembarque no Aeroporto Internacional de Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, nas primeiras horas desta terça-feira (13). Imagens do ocorrido circularam nas redes sociais, mostrando o cerco aos jogadores.
Integrantes de torcidas organizadas do Cruzeiro cercaram atletas na saída do ônibus. A Polícia Militar foi acionada e reforçou a segurança durante o desembarque dos jogadores.
Lucas Silva, William e Bruno Rodrigues se aproximaram e ouviram as cobranças dos torcedores. O lateral-direito William e o meio-campista Gerson foram os mais hostilizados nas imagens divulgadas. Bruno Spindel, diretor executivo de futebol do clube, também foi alvo de xingamentos por parte dos manifestantes.
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